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quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Perspectivas dos Processos Internos


Esta perspectiva é elaborada após as perspectivas financeira e dos clientes, pois essas fornecem as diretrizes para seus objetivos. Os processos internos são as diversas atividades empreendidas dentro da organização que possibilitam realizar desde a identificação das necessidades até a satisfação dos clientes. Abrange os processos de inovação (criação de produtos e serviços), operacional (produção e comercialização) e de serviços pós-venda (suporte ao consumidor após as vendas). A melhoria dos processos internos no presente é um indicador-chave do sucesso financeiro no futuro. 
            As medidas de processo interno, segundo Kaplan (1997), devem ser voltadas para aqueles que terão maior impacto na satisfação do cliente e na consecução dos objetivos financeiros da empresa. Esse modelo inclui três processos principais:
            Inovação– durante esse processo, Campos (2001) diz que devem ser pesquisadas as necessidades reais e futuras dos clientes-alvos. Em seguida são desenvolvidos os produtos e/ou serviços que deverão satisfazer as necessidades identificadas.
         Operações: o processo de operações representa o tempo curto da criação de valor da empresa. Ele começa no recebimento do pedido e finaliza com a entrega do produto ou prestação do serviço. Esse processo demonstra a entrega eficiente, regular e pontual dos produtos e serviços existentes aos clientes existentes. (HERNANDEZ; OLIVEIRA; SILVA, 2007).
           
        
       Serviço pós-venda: esta é uma etapa de grande influência no processo de criação de imagem e reputação da organização na cadeia de valor do cliente, incluindo treinamentos, garantias, consertos, devoluções e processamento de pagamentos.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Perspectiva Financeira no BSC


Na perspectiva financeira, as medidas financeiras indicam se a empresa está obtendo êxito com as estratégias estabelecidas, aplicadas e executadas. Em geral, esse êxito é medido pela sua lucratividade, pelo seu crescimento e pelo incremento do valor para o acionista. Se os indicadores financeiros não mostram o esperado, pode haver problemas na execução, na implementação ou até mesmo na definição das estratégias.
            Kaplan & Norton (1997) identificaram três diferentes estágios do negócio, para os quais devem ser definidos conjuntos diferentes de medidas, pois os objetivos são também diferentes: rápido crescimento (rapid growth); sustentação (sustain); e colheita (harvest) compõe os estágios do negócio.
            No estágio de rápido crescimento (rapid growth), os objetivos enfatizarão o crescimento das vendas, os novos mercados e novos consumidores, os novos produtos e novos canais de marketing, vendas e distribuição, mantendo um nível adequado de gastos com desenvolvimento de produtos e processos.
            Na fase de crescimento, as empresas necessitam de grandes investimentos para manter as relações globais, bem como para alimentar e desenvolver o relacionamento com os clientes. Nessa fase é comum as empresas operarem com fluxos de caixa negativos e baixas taxas de retorno sobre o capital investido, sendo que seus objetivos financeiros globais serão os percentuais de aumento da receita e do crescimento das vendas para determinados segmentos de mercado grupo de clientes e regiões. (HERNANDEZ; OLIVEIRA; SILVA, 2007).
            Na fase de sustentação (sustain), Kaplan e Norton (1997), diz que devem-se evidenciar os objetivos tradicionais das medidas financeiras, como retorno sobre o capital investido, lucro operacional e margem bruta, os investimentos em projetos devem considerar, nesse estágio, análises padrões, fluxo de caixa descontado e orçamento de capital, buscando  maior retorno para os recursos utilizados no investimento.
         Nessa fase de sustentação, grande parte das unidades de negócios e determina objetivos financeiros ligados à lucratividade, que podem ter como base as medidas relacionadas às receitas contábeis, receitas operacionais e margem bruta. (HERNANDEZ; OLIVEIRA; SILVA, 2007).
            Na fase de colheita (harvest) segundo Kaplan e Norton (1997) esta fase evidencia ao fluxo de caixa devendo o investimento, propiciar retorno de caixa certo e imediato. Nesse estágio os gastos com pesquisa e desenvolvimento diminuem, pois o ciclo de vida do negócio encontra-se em estágio final.
            Nesse estagio, algumas unidades de negócios terão alcançado a fase de maturidade em seu ciclo de vida, desejando recuperar ou colher os investimentos realizados nas fases anteriores.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Pespectiva dos Clientes no Balanced Scorecard


A perspectiva dos clientes permite ao executivos identificar os tipos de clientes existentes bem como o mercado nas quais as unidades de negócios possam competir bem como definir as medidas de desempenho das unidades nos seu segmentos.
            Kaplan e Norton (1997) propõem que a perspectiva do cliente seja montada visando aos seguintes pontos-chave: participação de mercado, retenção, captação, satisfação e lucratividade dos clientes. Este conjunto de critérios é chamado pelos autores de Medidas Essenciais dos clientes. Tais critérios serão exemplificados a seguir:        

           
         Participação de mercado: representação da proporção de vendas da unidade de negócio no mercado em que atua determinada em termos de números de clientes, capital investido, unidades vendidas ou instaladas;
         Capitação de clientes: medição em termos absolutos ou relativos, do percentual de clientes novos ou de novos negócios ganhos pela organização;
         Satisfação dos clientes: registro do nível de satisfação dos clientes em relação a critérios pré-estabelecidos de desempenho ou de valor agregado;
         Lucratividade dos clientes: medição da lucratividade da empresa no negócio com um cliente, ou com um segmento de mercado, depois de levantar as despesas específicas requeridas para atender esse cliente ou esse mercado.

domingo, 5 de agosto de 2012

Cofins


COFINS – Contribuição para Financiamento da Seguridade Social, instituída pela Lei Complementar 70 de 30/12/1991.
A contribuição COFINS, atualmente, é regida pela Lei 9.718/98, com as alterações subsequentes.
COFINS - CONTRIBUINTES
São contribuintes da COFINS as pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as pessoas a elas equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, exceto as microempresas e as empresas de pequeno porte optantes pelo Simples Nacional (LC 123/2006).
BASE DE CÁLCULO
A partir de 01.02.1999, com a edição da Lei 9.718/98, a base de cálculo da contribuição é a totalidade das receitas auferidas pela pessoa jurídica, sendo irrelevante o tipo de atividade por ela exercida e a classificação contábil adotada para as receitas.
ALÍQUOTAS
COFINS: a alíquota geral é de 3% (a partir de 01.02.2001) ou 7,6% (a partir de 01.02.2004) na modalidade não cumulativa. Entretanto, para determinadas operações, a alíquota é diferenciada (veja tópicos específicos sobre alíquotas de determinados setores, no Guia Tributário On Line).
PESSOA JURÍDICA COM FILIAIS – APURAÇÃO E PAGAMENTO CENTRALIZADO
Nas pessoas jurídicas que tenham filiais, a apuração e o pagamento das contribuições serão efetuados, obrigatoriamente, de forma centralizada, pelo estabelecimento matriz.

sábado, 4 de agosto de 2012

ATA

A ata é um registro real, escrito e detalhado de tudo o que ficou determinado pelos participantes, por isso deverá ser elaborada durante a reunião e finalizada logo após o seu término. A ata é redigida pelo redator e deverá ser enviada aos participantes em até 24 horas após a reunião.

Na ata deve constar:

- Dia, mês, ano e hora da reunião(por extenso);
-Local;
-Relação dos participantes;
-Resultados desejados;
-Finalização;

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Balanced Scorecard- BSC



            Sinteticamente, o BSC é tradução de estratégia em ação, ou seja, o sentido do BSC é tirar do papel os planos e metas estratégicas das empresas e difundi-los por todos os níveis da organização. (HERNANDEZ; OLIVEIRA; SILVA, 2007).
            “Em outras palavras o BSC é uma forma de “trocar em miúdos” a estratégia de uma empresa, sendo que as grandes metas devem ser traduzidas em tarefas e objetivos específicos para funcionário”. (HERNANDEZ; OLIVEIRA; SILVA, 2007, p 156).
            Segundo Kaplan e Norton o BSC é um sistema de mensuração do desempenho que materializa a visão e crescimento, facilitando à empresa a constante avaliação do seu desempenho ligado a sua estratégia com nas quatro perspectivas.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Oratória- Como Falar em Público

A maior parte da população possui a Glossofobia, ou seja, medo de falar em público ou apenas tentar falar. Estudos revelam que esse pânico é tanto que torna-se superior ao medo de insetos, altura e até mesmo da morte. Existem inúmeros tratamentos, terapias de grupo e cursos que ajudam profissionais a eliminar ou pelo menos reduzir o medo de falar em público:

- Manter sempre a postura ereta e elegante

-Manter o olhar direcionado para o público com quem esteja falando;

-Ouvir tudo com muita calma e concentração;

-Cuidar da apresentação pessoal;

-Construir o tema e a apresentação com antecedência

-Controlar as emoções como medo, timidez, vergonha, voz tremula etc